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Fernando Montanari

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Dia 04/05 a prefeitura do Rio de Janeiro publicou no Diário Oficial uma convocação pública para que empresas que tem interesse em implantar estações de carros elétricos pela cidade, se manifestem.

A ideia do prefeito é que, por enquanto, as empresas comecem a pensar numa solução para a implantação da rede.

O prazo para as empresas entrarem em contato é de um mês, mas os projetos podem ser entregues em até seis meses. O prefeito diz que “(a prefeitura) vai deixar os grupos privados modelando isso, verificando a viabilidade econômica, possibilidade física. (…) Não tenho condições de, dentro da prefeitura, destacar alguém só para isso”.

Fonte: eco4planet.com

 

A energia eólica supriu em março 21% da demanda por eletricidade na Espanha e, pela primeira vez na história, esteve à frente da energia nuclear, que cobriu 19% do consumo do país. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 31 de março, pela Rede Elétrica Espanhola (REE). Essa geração através dos ventos poderia cobrir todo o consumo elétrico mensal de uma nação do tamanho de Portugal.

Os parques eólicos registraram um recorde este mês, com uma geração de 4.738 GWh, cerca de 5% a mais do que em março de 2010, e superaram também o montante gerado por via hidráulica, consolidando-se como a primeira fonte renovável em volume de geração de energia no país.

Ao todo, as renováveis supriram 42,2% da demanda por eletricidade na Espanha este mês - número que, apesar da contribuição da geração eólica, está abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (48,5%). A Rede Elétrica Espanhola explicou que a produção de energia via hidrelétricas, em 2010, foi muto mais alta do que a atual.

Com este peso das renováveis, 57,9% da energia gerada foram provenientes de tecnologias que não emitem dióxido de carbono (CO2), um dos gases causadores de efeito estufa.

O Ministério da Indústria da Espanha detalhou esta semana que em 2010 as tecnologias "limpas" foram a principal fonte de geração elétrica na Espanha e representaram 13,2% da energia final gerada, quase um ponto porcentual acima dos 12,3% registrados em 2009.

"Este marco histórico alcançado pela eólica demonstra que esta energia, além de ser produzida localmente, limpa e cada vez mais competitiva, é uma realidade já capaz de abastecer 13 milhões de lares espanhóis", destacou à France Press José Donoso, presidente da AEE (Associação Empresarial Eólica).

 

Fonte: ecodesenvolvimento.org

 

Pelo menos em parte do estacionamento da USP parece que não teremos mais problemas com as enchentes. A CPA, Camada Porosa do Asfalto, desenvolvida por uma equipe do Departamento Hidráulico da Universidade foi instalada e já está absorvendo as águas das chuvas na região.

Não há mais como jogar para “debaixo do asfalto” a grande quantidade de enchentes que tem acontecido no Brasil. Desastre na região Serrana, chuvas alarmantes em Mato Grosso e Santa Catarina, tudo isso vem acarretando efeitos negativos para as cidades brasileiras.

Dessa maneira, uma alternativa eficaz para esse problema pode ser a implementação do asfalto permeável. Para o pesquisador e criador do projeto, José Rodolpho Martins, é possível utilizar a CPA nas grandes cidades brasileiras e, aos poucos diminuir o número de enchentes no país.

Como funciona

O asfalto permeável é constituído de camadas. A parte mais superficial, a pista, é composta de pequenas pedras ligadas ao asfalto. Mais internamente aparece uma camada grossa com pedras grandes, que abrem espaços de 25% na camada, para que a água, vazada das pequenas pedras, fique armazenada. Após algumas horas, a água da chuva é sugada por um sistema de drenagem e se encaminha para as galerias pluviais.

Esta técnica, que pode minimizar ou até acabar com as conseqüências negativas geradas pelas enchentes, tem um único malefício: “pesa no bolso” dos governos. A instalação de todo o sistema custa 25% a mais do que o asfalto comum.

 

Em reunião preparatória para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável nesta semana, em Nova York (EUA), o secretário-geral do evento disse que o Brasil “tem mostrado ao mundo como colocar em prática o desenvolvimento sustentável”. Sha Zukang disse, ainda, que a Rio+20 – como está sendo chamado o encontro que ocorrerá no Rio de Janeiro em junho de 2012 – é “a chance de a humanidade se comprometer com a transição para uma economia verde”.

Zukang, que também exerce o cargo de subsecretário-geral para Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, acredita que a conferência dará à comunidade internacional uma oportunidade única para construir um modelo de desenvolvimento econômico global destinado a melhorar a vida das pessoas e garantir a equidade social, reduzindo os riscos ambientais e a escassez ecológica.

O Brasil foi escolhido para sediar a cúpula mundial de desenvolvimento sustentável porque, nos últimos 20 anos, registrou um crescimento econômico histórico, com avanços na erradicação da pobreza e na conservação ambiental. Em 1992, o País sediou uma conferência semelhante, a Rio 92.

Cúpula da Terra - Em entrevista coletiva no encerramento do evento preparatório desta semana, na terça-feira (8), Sha Zukang informou que trabalhará em estreita colaboração com as autoridades brasileiras para assegurar que a Rio+20, também chamada de Cúpula da Terra, seja um sucesso.

O embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, diretor-geral do Departamento de Meio Ambiente e Assuntos Especiais do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, participou da coletiva em Nova York e disse que a conferência será uma oportunidade para a comunidade internacional fazer um balanço dos progressos alcançados nos três pilares do desenvolvimento sustentável – crescimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental -, bem como abordar os desafios emergentes.

A terceira reunião da Comissão Preparatória da Rio+20 será realizada de 28 a 30 de maio de 2012, pouco antes da conferência, prevista para ocorrer de 4 a 6 de junho de 2012.

Resultados – Perguntado sobre o que a comissão prevê como resultados da conferência, Sha Zukang disse esperar que os Estados-membros cheguem a um documento que abranja três objetivos: renovar o compromisso político para o desenvolvimento sustentável; identificar os avanços e obstáculos para atingi-lo; e enfrentar os desafios emergentes. Segundo ele, muito já tem sido feito na conservação ambiental, mas o quadro institucional para alcançar o desenvolvimento sustentável ainda permanece fragmentado.

Zukang disse, ainda, esperar mais empenho dos países participantes para assegurar o financiamento e a tecnologia necessários para a construção de uma economia verde. (Fonte: MMA)

 

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