Dia 04/05 a prefeitura do Rio de Janeiro publicou no Diário Oficial uma convocação pública para que empresas que tem interesse em implantar estações de carros elétricos pela cidade, se manifestem.
A ideia do prefeito é que, por enquanto, as empresas comecem a pensar numa solução para a implantação da rede.
O prazo para as empresas entrarem em contato é de um mês, mas os projetos podem ser entregues em até seis meses. O prefeito diz que “(a prefeitura) vai deixar os grupos privados modelando isso, verificando a viabilidade econômica, possibilidade física. (…) Não tenho condições de, dentro da prefeitura, destacar alguém só para isso”.
Fonte: eco4planet.com
A ONU conclamou o mundo nesta semana a trocar as lâmpadas incandescentes pela iluminação fluorescente, com menor consumo energético, o que pode representar uma economia de bilhões de dólares e uma medida eficaz para mitigar a mudança climática.
Cerca de 40 países já têm programas nesse sentido, disse o Programa Ambiental da ONU em um relatório emitido durante a Conferência do Clima da ONU (COP 16), que está sendo realizada em Cancún.
Nesta segunda-feira a uma corrida de carros ao redor do mundo com veículos elétricos. A energia consumida pelos carros ao longo do período será compensada com geração de eletricidade por fontes renováveis, fazendo com que a corrida tenha "emissão zero" de dióxido de carbono.
A corrida contará quatro equipes, partindo de Genebra na Suíça e chegando no mesmo local após 80 dia. A corrida deve passar Berlim, Kiev, Moscou, Xangai, Los Angeles, Cidade do México, Lisboa e mais outras 150 cidades no mundo.
O Brasil precisa investir cerca de US$ 20 bilhões por ano até 2030 para se transformar em uma economia de baixo carbono, ou seja, com baixas emissões de gases de efeito estufa. É o que diz pesquisa elaborada pelo Banco Mundial chamada O Estudo de Baixo Carbono para o Brasil divulgado nesta quarta-feira (10), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O setor energético é o que necessita dos maiores aportes de recursos, de acordo com o documento. A estimativa é que sejam necessários US$ 7 bilhões por ano para se conseguir reduzir em 11 milhões de toneladas anuais as emissões de gás carbônico (CO2) dessas atividades. O CO2 é o principal gás que intensifica o efeito estufa natural que mantém a Terra em temperaturas que propiciam a vida no planeta.
