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Lançada em 2008, a Zona de Baixa Emissão de Poluentes ou Low Emission Zone (LEZ, na sigla em inglês) é um projeto que busca limitar o trânsito de veículos poluidores em algumas regiões de Londres, na Inglaterra. Para reforçar a iniciativa, a prefeitura irá aumentar as restrições a partir do próximo ano.

A intenção é tornar o ar da capital mais limpo e desencorajar o uso dos veículos que contribuem com a poluição, bem como melhorar a saúde e a qualidade de vida de todos que visitam, trabalham ou que vivem em Londres.

O programa começou limitando a circulação de caminhões de mais de 3,5 toneladas e ônibus movidos a diesel no centro da cidade. Em 2010, micro-ônibus e furgões de grande porte foram incluídos no programa.

Para entrar nas zonas, os veículos devem atender a determinados padrões de emissão, que limitam a quantidade de partículas provenientes de seus escapamentos. Segundo a prefeitura, essas substâncias contribuem com doenças do coração, asma e doença pulmonar, além de outros problemas respiratórios e até morte precoce.

lez.gifPara se em enquadrar nas regras, os motoristas precisam registrar seus veículos na prefeitura e respeitar as sinalizações da LEZ. Câmeras vigiam as ruas 24 horas por dia e conferem as placas que circulam nas ruas com o cadastro oficial.

Aqueles que forem pegos de forma irregular devem pagar uma multa de £ 200,00 (cerca de R$ 540,00) por dia de circulação na zona.

Até os veículos de outras cidades devem se enquadrar nas regras e cadastrar seus automóveis na prefeitura para circular livremente pela capital britânica.

Mudanças em 2012

A partir do dia 3 de janeiro do próximo ano, a LEZ vai ficar ainda mais rigorosa. De acordo com os planos da prefeitura, mais veículos serão afetados pelas regras, e aqueles que já se enquadram na lei precisarão atender a critérios mais restritivos de emissões.

Na próxima etapa além dos caminhões, micro-ônibus e furgões, as caminhonetes, carros de passeio e vans também deverão adotar as regras.

As medidas fazem parte de um projeto que pretende transformar a capital britânica na cidade mais limpa do mundo até 2012 – ano em que serão realizadas as Olimpíadas na cidade.

Além da Zona de Baixa Emissão de Poluentes, a prefeitura também investe nainstalação de ciclovias por toda a cidade. Uma pesquisa recente feita pelo Conselho de Transporte de Londres mostrou que os 40 km de ciclovias implantados em meados de 2010 já dobraram o número de viagens feitas de bike na capital.

O mesmo programa responsável pelas medidas acima também lançou um sistema público de aluguel de bicicletas. Inaugurado em julho de 2020, o programa já conta com mais de 11 mil registros para usar as cinco mil bicicletas disponíveis para a população.

(Fonte: www.ecodesenvolvimento.org.br)

 

A ONU conclamou o mundo nesta semana a trocar as lâmpadas incandescentes pela iluminação fluorescente, com menor consumo energético, o que pode representar uma economia de bilhões de dólares e uma medida eficaz para mitigar a mudança climática.

Cerca de 40 países já têm programas nesse sentido, disse o Programa Ambiental da ONU em um relatório emitido durante a Conferência do Clima da ONU (COP 16), que está sendo realizada em Cancún.

 

À convite da Real Sociedade Britânica, cientistas de universidades e instituto de pesquisas realizaram estudo no qual descrevem como o mundo seria caso ficasse 4°C mais quente, já que previsões apontam que o mundo realmente passará por esta mudança até 2060. As informações são do site da revista New Scientist.

A mudança climática, estudos anteriores já apontavam, devastaria a maior parte da Amazônia e desregularia o ciclo de monções, mas a nova pesquisa indica que a falta de água seria mais severa. O aumento das temperaturas depende das ações humanas – se o aumento estagnar em 2°C, projeções apontam que os suprimentos de água já seriam baixos, graças à demanda da população. Porém, com aumento de 4°C, a falta de água tomaria proporções nunca antes vistas.

A maior parte da África Subsaariana veria sua agricultura ruir, com períodos de plantação em sua menor marca na história. A produção de milho diminuiria em 19% e a de feijão em 47%, em comparação às médias atuais.

Calor extremo, aumento do nível do mar e falta de água fariam muitas pessoas migrarem – porém, os mais pobres ficariam impossibilitados de sair de suas localidades; os cientistas, então, apontam que facilitações para mudança de país deveriam ser realizadas. (Fonte: Ambiente Brasil)

 

Nesta segunda-feira a uma corrida de carros ao redor do mundo com veículos elétricos. A energia consumida pelos carros ao longo do período será compensada com geração de eletricidade por fontes renováveis, fazendo com que a corrida tenha "emissão zero" de dióxido de carbono.

A corrida contará quatro equipes, partindo de Genebra na Suíça e chegando no mesmo local após 80 dia. A corrida deve passar Berlim, Kiev, Moscou, Xangai, Los Angeles, Cidade do México, Lisboa e mais outras 150 cidades no mundo.

 

O Brasil precisa investir cerca de US$ 20 bilhões por ano até 2030 para se transformar em uma economia de baixo carbono, ou seja, com baixas emissões de gases de efeito estufa. É o que diz pesquisa elaborada pelo Banco Mundial chamada O Estudo de Baixo Carbono para o Brasil divulgado nesta quarta-feira (10), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O setor energético é o que necessita dos maiores aportes de recursos, de acordo com o documento. A estimativa é que sejam necessários US$ 7 bilhões por ano para se conseguir reduzir em 11 milhões de toneladas anuais as emissões de gás carbônico (CO2) dessas atividades. O CO2 é o principal gás que intensifica o efeito estufa natural que mantém a Terra em temperaturas que propiciam a vida no planeta.

 

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