Ter construções mais sustentáveis é uma preocupação cada vez mais frequente entre os arquitetos em todo o mundo. Projetos aparentemente futuristas estão cada vez mais perto de serem produzidos. Veja cinco monumentos sustentáveis em desenvolvimento:
Solar Plaza Fargo

Desenhada para ser construída em Dakota do Norte, nos EUA, a obra comporta espaços comerciais e residenciais. A estrutura é feita para comportar painéis solares em sua extensão, mas ainda permitindo a entrada da luz solar para ampla utilização. É previsto também espaços para pequenas hortas e compostagem nas casas. A produção de energia solar prevista deve ultrapassar a quantidade que seria usada na construção e seria usada também para os postes próximos do local.
Mais espaço verde

Do designer Mathew David Wagner, a construção propõe que as pessoas utilizem mais os espaços ao ar livre. Para isso, várias estruturas foram desenhadas para maior uso da área verde. A estrutura conta ainda com diversos aspectos sustentáveis, como sistemas de reutilização de água, otimização para utilização de luz e ventilação naturais e espaços para plantas.
Educação verde

O projeto da escola Jean Moulin, na França, é da OFF Architecture. A intenção é que a construção se confunda com a própria montanha. Plantas serão plantadas em todos os telhados e vários sistemas de aproveitamento de energia fazem parte do planejamento.
Eco Link

Dos arquitetos Junkai Jian e Jinqi Huang, o terminal de passageiros permite a entrada de luz natural na construção. O local prevê ainda a utilização da água da chuva para irrigação das plantas do local e painéis de energia solar para utilização interna.
Wuhan Energy Flower

Com formato de flor, a construção desenhada pelo estúdio Grentmij e Soeters Van Ekdonk é projetada para utilizar a energia solar, água da chuva e ventilação natural. Além disso, estruturas podem coletar energia eólica.
Fonte: Atitudesustentavel.com.br
Por: Gisele Eberspacher
Para muitos, Natal é uma época de esbanjar: ceia farta e presentes para todos. Que tal repensar um pouco o modelo e ter alguns cuidados para evitar o desperdício? Veja as oito dicas a seguir:
1. Cuide com excessos na ceia
Calcule a quantidade de alimentos feitos para a ceia de Natal e evite o desperdício. Distribua o que sobrar para os convidados da festa ou congele para comer em outra ocasião. Opte por alimentos orgânicos sempre que possível. O site Love food,Hate Waste pode ajudar no cálculo da quantidade de alimentos.
2. Reutilize os papéis de presente
Reutilize papéis de presente que você já tem em casa e guarde os que ganhar nesse Natal para reutilizar. Outra ideia para economizar nos pacotes é embalar os presentes apenas com um laço ou um pequeno enfeite, sem gastar papel para isso. Além disso, opte por presentes de natal mais sustentáveis.
3. Desligue o pisca-pisca
Enfeitou a árvore e a casa com luzes pisca-pisca? Não as deixe ligadas por muito tempo, principalmente quando ninguém estiver no cômodo em que elas estão. Deixe-as ligadas somente nos momentos especiais e economize energia!
4. Não utilize louças descartáveis
Opte por pratos, copos e talheres não descartáveis, evitando o desperdício de plástico. Assim, a mesa da Ceia fica também mais bonita.
5. Incentive o desenvolvimento local
Já deve ter acontecido com você: abrir uma embalagem de papelão, encontrar outra de plástico, outra de papel e só então o produto realmente comprado. O excesso de embalagens é frequente principalmente em alimentos, e nessa época pode ser visto principalmente em panetones e bolachas. Que tal procurar alimentos menos industrializados? Panificadoras e cozinheiros locais podem ter opções de alimentos com menos conservantes e embalagens.
6. Reutilize a decoração
Opte por objetos de decoração reaproveitáveis e os armazene com cuidado para usar no ano seguinte. Outra ideia é decorar com vasos de plantas da estação.
7. Utilize velas para iluminar a festa
Que tal dar um charme ainda maior para a festa e economizar energia elétrica? Uma ideia é iluminar a ceia com velas. Se elas forem feitas à base de soja, mais sustentável ainda.
8. Troque os cartões de Natal por uma ligação
Ao invés de mandar cartões de Natal, que tal ligar para as pessoas ou falar com elas pessoalmente? Assim, evita-se o desperdício de papel e os recursos usados para o envio.
Fonte: Ambiente Brasil
A energia eólica supriu em março 21% da demanda por eletricidade na Espanha e, pela primeira vez na história, esteve à frente da energia nuclear, que cobriu 19% do consumo do país. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 31 de março, pela Rede Elétrica Espanhola (REE). Essa geração através dos ventos poderia cobrir todo o consumo elétrico mensal de uma nação do tamanho de Portugal.
Os parques eólicos registraram um recorde este mês, com uma geração de 4.738 GWh, cerca de 5% a mais do que em março de 2010, e superaram também o montante gerado por via hidráulica, consolidando-se como a primeira fonte renovável em volume de geração de energia no país.
Ao todo, as renováveis supriram 42,2% da demanda por eletricidade na Espanha este mês - número que, apesar da contribuição da geração eólica, está abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (48,5%). A Rede Elétrica Espanhola explicou que a produção de energia via hidrelétricas, em 2010, foi muto mais alta do que a atual.
Com este peso das renováveis, 57,9% da energia gerada foram provenientes de tecnologias que não emitem dióxido de carbono (CO2), um dos gases causadores de efeito estufa.
O Ministério da Indústria da Espanha detalhou esta semana que em 2010 as tecnologias "limpas" foram a principal fonte de geração elétrica na Espanha e representaram 13,2% da energia final gerada, quase um ponto porcentual acima dos 12,3% registrados em 2009.
"Este marco histórico alcançado pela eólica demonstra que esta energia, além de ser produzida localmente, limpa e cada vez mais competitiva, é uma realidade já capaz de abastecer 13 milhões de lares espanhóis", destacou à France Press José Donoso, presidente da AEE (Associação Empresarial Eólica).
Fonte: ecodesenvolvimento.org
Laboratório Nacional de Energia Renovável dos EUA foi projetado para ser um exemplo de construção acessível e supereficiente
Numa recente sexta-feira, na mesa de Jim Duffield, as janelas voltadas a oeste começaram automaticamente a se colorir de azul às 14h50 – enquanto o sol de inverno descia sobre a base das Montanhas Rochosas.
Em seu pequeno cubículo de trabalho repleto de plantas, um baixo zumbido de sons do ar emanava de alto-falantes no chão, tentando imitar o sopro dos sistemas convencionais de calefação e ar-condicionado – sistemas que o prédio de escritórios de 20 mil m² não possui, ou precisa, mesmo numa altitude de 1.600 metros. O ruído genérico dos dutos de mentira existe apenas pelo ambiente e pela psicologia do espaço de trabalho – os gerentes acharam que os funcionários precisavam de algo além do silêncio.
E se os resíduos alimentares provenientes de residências, restaurantes e cantinas de sua cidade fossem transformados em energia e fertilizantes? Uma ideia de outro mundo? Filme de ficção científica? Utopia? Nada disso. Na cidade de Linköping, na Suécia, as sobras de comida que iriam para o lixo viram biogás, além de contribuírem com a agricultura local.
Implantado em 2001 pela prefeitura de Linköping, o projeto já resultou em menor volume de resíduos (que antes eram incinerados), em maior uso de combustível limpo para o transporte público da cidade e em mais disponibilidade de biofertilizante para a agricultura. A população do município é estimada em 97 mil pessoas.
Até o momento, a quantidade de resíduos incinerados diminuiu em 3.422 toneladas/ano; a produção de biogás aumentou em 1,3 milhão de m3/ano, equivalente a 12,65 GWh de combustível renovável por ano; a quantidade de biofertilizante para a agricultura aumentou em 3.422 toneladas/ano; a quantidade de fósforo para a agricultura aumentou 689 kg/ano - nutriente finito, o fósforo entra novamente no ciclo do ecossistema.
Fonte: ecodesenvolvimento.org
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